segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Avaliação Final





Chegou o dia! Apresentação do Portfolio e avaliação participativa com as colegas... Foi demais! Maravilhoso é poder trilhar este caminho do conhecimento com um grupo tão bacana! As colegas que me avaliaram: Gabi, Nathany, Neitinha e Bárbara (com Sofia). Obrigada gurias!


Agradecimento ao amigo Ricardo Santos que tocou para que eu cantasse Sobre o Tempo do Nenhum de Nós, foi maravilhoso! Muito obrigada!


Referências Bibliográficas da segunda etapa

Wadsworth, Barry J. Inteligência e Afetividade da Criança na Teoria de Piaget. São Paulo.

La Taille, Yves de. Desenvolvimento do Juízo Moral e Afetividade na Teoria de Jean Piaget.

domingo, 25 de novembro de 2007

Sobre o tempo

Sobre O Tempo
Nenhum De Nós
Composição: Thedy Corrêa

Os homens trocam as famílias
As filhas, filhas de suas filhas
E tudo aquilo que não podem entender
Os homens criam os seus filhos
Verdadeiros ou adotivos
Criam coisas que não deviam conceber
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vidaO que se move e
O que nunca vai se mover.. êê,êê
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover.. êê,êê
Se mover... êê,êê
O passado está escrito
Nas colunas de um edifício
Ou na geleira
Onde um mamute foi morrer
O tempo engana aqueles que pensam
Que sabem demais que juram que pensam
Existem também aqueles que juram
Sem saber
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover... êê,êê
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover.. êê,êêSe mover.. êê,êê
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover.. êê,êê
O tempo passa e nem tudo fica
A obra inteira de uma vida
O que se move e
O que nunca vai se mover..
Se mover..

Essa música fez parte de minha adolescência... Fase da minha vida na qual eu aprendi alguns dos valores mais importantes que carrego comigo sempre... Amizade, sinceridade, honestidade, solidariedade, humildade... Valores que permanecem comigo e me guiam, me norteiam... Neste caminho do conhecimento, tudo isso tem sido muito importante, tem sido minha base, meu alicerce. Este blog é uma homenagem a todas as pessoas que como eu acreditam em um mundo melhor!

Sobre o tempo










Nesse processo em que a afetividade se faz tão presente, não posso deixar de fazer uma homenagem as pessoas que tem me acompanhado até aqui e fazem parte tão fortemente desta minha caminhada... As amizades que construímos são fundamentais para nosso crescimento e a convivência é um ponto importante em nossa formação como pessoas. Aqui fica um agradecimento e uma homenagem a todas as pessoas que estão comigo nesta luta! Foi um semestre maravilhoso! Inventamos mil coisas, estudamos e nos esforçamos muito, sofremos juntas... Até dança do ventre em gurias? É maravilhoso contar com pessoas como vocês... Digo isso não só para minhas companheiras de grupo e de "Kaká Móvel" mas para as demais gurias da turma que nos assistiram, nos aplaudiram e nos ensinaram tanto, e em especial, para a querida Márcia que esteve sempre apoiando e curtindo junto também... As maravilhosas Profes, que nos apoiaram tanto e nos transmitiram tanto conhecimento...Muito obrigada a todos e todas!

Gostaria de estabelecer relações entre o que estudamos nesse semestre e meu próprio processo de aprendizagem que vem se construindo até aqui.

Em primeiro lugar, quero homenagear minha mãe, que foi uma grande mulher e que sem o seu empenho, eu não estaria aqui... Não a tenho mais ao meu lado nesta caminhada, mas ela foi sempre fundamental em minha vida acadêmica... Seu incentivo, seu esforço (inclusive financeiro), suas brigas, suas histórias que sempre enriqueceram tanto minha vida... Enfim, cada trabalho que finalizo, aqui neste curso, dedico a ela que é tão especial em minha vida...


Aqui gostaria de fazer um registro sobre minha primeira "aula" propriamente dita, em uma turma de primeiro ano na Escola Estadual de Ensino Fundamental Aparício Borges, no dia 21 de Novembro de 2007, uma bela manhã por sinal...

As crianças foram ótimas e muito cooperativas, realizaram as atividades proposta com entusiasmo, cada um dentro de suas possibilidades. Me chamaram de "profe" e aqui vai uma confissão: quase chorei! Cada vez me convenço mais de que escolhi o caminho certo e que esta profissão é o que eu quero pra mim.

Contei a história de Alice no País das Maravilhas e as crianças realizaram tarefas sobre este tema. Uma experiência maravilhosa que, com certeza, levarei para toda a minha vida!

Desenvolvimento Afetivo conforme Piaget

Pesquisando um pouco mais sobre este intrigante tema, encontrei em meus textos, um que nos fala muito claramente sobre o que é o Desenvolvimento Afetivo.
Na teoria de Piaget, o desenvolvimento intelectual é considerado como tendo dois componentes: um cognitivo e outro afetivo que se desenvolvem paralelamente.
Afeto inclui sentimentos, interesses, desejos, tendências, valores e emoções em geral. Piaget entendeu que há aspectos do afeto que se desenvolvem. Este apresenta várias dimensões, incluindo sentimentos objetivos (amor, raiva, depressão...) e aspectos expressivos (sorrisos, gritos, lágrimas...) em relação ao desenvolvimento intelectual, vamos explicar dois aspectos do afeto: Um deles tem a ver com a motivação ou energização da atividade intelectual. É como se fosse um elemento acionador, isto é, o que impulsiona determinado aprendizado. O outro tem a ver com a seleção que é sempre dirigida para objetos ou eventos particulares.
O interesse é um exemplo bem observável no trabalho, influenciando nossa seleção das atividades intelectuais. Lendo sobre assuntos relacionados ao nosso trabalho, aumentamos nossos esquemas mentais, e segundo Piaget, não por atividade cognitiva, mas sim afetiva.
São os dois lados da mesma moeda, afetivo e cognitivo não se separam, os dois fazem parte da aprendizagem.
O aspecto afetivo tem profunda influência sobre o desenvolvimento intelectual. Ele pode acelerar ou diminuir o ritmo do desenvolvimento. Pode determinar sobre quais conteúdos a atividade intelectual se concentrará. Ele se desenvolve no mesmo sentido que a cognição ou inteligência, quando analisamos o raciocínio das crianças, vemos que os conceitos morais são construídos da mesma forma que os conceitos cognitivos.Os mecanismos de construção são os mesmos. As crianças assimilam as experiências aos esquemas afetivos do mesmo modo que assimilam as experiÊncias as estruturas cognitivas, o resultado é o conhecimento.
"O desenvolvimento afetivo ocorre de modo semelhante ao desenvolvimento cognitivo. Isto é, as estruturas afetivas são construídas como as estruturas cognitivas são construídas. O aspecto afetivo é responsável pela ativação da atividade intelectual e pela seleção dos objetos sobre os quais agir."(Wadsworth)

Apresentação da Primeira Etapa

A apresentação da primeira parte o Portfólio Reflexivo teve de tudo... Nervosismo, entusiasmo, medo, espera, paciência, alegria, frustração, alívio... São inúmeros os sentimento que eu poderia enumerar... Mas o alívio certamente se destaca: foi maravilhoso mostrar o trabalho para as colegas e também poder acompanhar os outros trabalhos, podemos perceber aos nossos olhos que a aprendizagem é realmente algo pessoal e cada indivíduo tem seu tempo e seu processo.
Essa foi minha principal conclusão neste dia. Não há certo ou errado... Quem não chegou lá, somente ainda não chegou... Mas está a caminho! E em nossa turma, graças a Deus, quem ainda não chegou está quase chegando! Nossa turma é ótima! É maravilhoso assistir aso seminários e apresentações de outros grupos porque todas trazem algo a acrescentar... Sempre aprendemos muito umas com as outras, é a grande Construção do Conhecimento!

domingo, 21 de outubro de 2007

Borboletas em minha cabeça, levando-me a descobrir o infinito...




Referências Bibliográficas desta primeira etapa

Taille, Yves de La. Oliveira, Marta Kohl de. Dantas, Heloísa. Piaget, Vygotsky, Wallon.Teorias Psicogenéticas em discussão.
Bowlby, John. Formação e Rompimento dos Laços Afetivos. 2ªed. São Paulo. Editora e Livraria Martins Fontes. São Paulo. 1990.
Rogers, Carl. Liberdade de Aprender esm nossa década. Porto Alegre. Artes Médicas. 1985.
Textos fornecidos nas aulas de Linguagem e Conecimento, Profª Clarice Escott.
Textos fornecidos nas aulas de Didática Geral, Profª Rosa Ramirez.

Seminário: Abordagem Humanista

Na última terça-feira dia 16/10, minhas colegas e eu apresentamos um seminário sobre a Abordagem Humanista na disciplina de Didática Geral, da profª Rosa Ramirez.
Gostaria de aqui deixar uma conclusão sobre o que eu particularmente aprendi com este trabalho.
A Abordagem Humanista é fundamentada, principalmente na teoria de Carl Rogers e é a terceira força da Psicilogia atual. Ela nos fala da educação centrada no aluno, em que o professor é o facilitador no processo de aprendizagem e que esta se dá sempre ao tempo de cada aluno e de acordo com os interesses da turma em questão.
Bem, essa é a idéia central da Educação Humanista, e o que eu pude tirar de proveito é justamente essa idéia de centrar o processo no aluno e não no professor. É tratarmos cada aluno individualmente, conhecendo-os e analisando suas vivências e experiências anteriores. Embora eu saiba que na prática possa ser difícil, com turmas cada vez mais numerosas, esse processo pode se tornar inviável em sua integridade, mas podemos, de alguma forma, aplicar este método em nosso cotidiano da maneira que for possível, verificando os interesses de nossa turma e trazendo conteúdos e metodologias condizentes com a realidade em que está inserida nossa escola.
Esse trabalho ampliou minha visão do que pode ser o trabalho em sala de aula, respeitando o que meus alunos já trazem na sua bagagem como pessoas e possibilitando meios de conhecer e integrar melhor os educandos em um processo que respeita a todos com indivíduos e não como um todo que não se conhece, nem se respeita.

Desenvolvimento e juízo moral em Piaget

Não podemos falar em afetividade em educação sem citar Piaget e a teoria do Desenvolvimento Moral. Por Que?
Para Piaget, o desenvolvimento moral da criança tem tudo a ver com a afetividade, e em uma reflexão pessoal, vejo que principalmente durante a fase da heteronomia.
Na heteronomia, a criança realiza tarefas e começa a respeitar e estabelecer o "jogo de regras" não por poder fazer diferenciações e avaliações, mas para "agradar" o adulto com o qual ela tem uma ligação mais direta: pais, professores, etc. Nesta fase, é fundamental o bom exemplo de quem a cuida, já que o adulto é o modelo para a criança.
De fato, o afeto e o sentimento tem papel fundamental no desenvolvimento da criança, seja em casa ou na escola. Quando há carinho por parte do "cuidador"(vamos chamar assim pais, professores, irmãos, etc...) há, com certeza, um respeito maior por parte da criança, pois ela sabe que o limite que poderá estar sendo imposto é para seu próprio bem, mesmo que não perceba isso de imediato. A criança precisa ter nessa pessoa, confiança, respeito e admiração, para que possa acatar ordens e determinações com maior entendimento da situação. Com isso, não quero dizer que crianças impossíveis ou difíceis de lidar não tenham amor em seus lares ou suas escolas, mas de um modo geral, essas crianças sofrem de alguma maneira, algum tipo de negligência, e não podemos esquecer que a falta de imposição de limites é um tipo de negligência. É mais fácil ao educador impor uma regra quando necessário, ou deixar o educando fazer o que bem pretende? Algumas vezes, com certeza, será mais difícil estabelecer combinações que primem pela disciplina do que ser apenas o facilitador e deixar a turma andar por si. Embora a longo prazo, o estabelecimento de regras e combinações tragam maior entendimento e disciplina para os alunos, imediatamente, pode ser complicada essa transição... Imprescindível é a paciência, a tolerância, o bom exemplo e a cumplicidade entre professores e alunos. Se faz muito necessária aí o bom desenvolvimento moral do adulto. É de extrema importância sermos pessoas boas, de bom caráter para que possamos passar bons exemplos para nossas crianças, já que nessa fase, seremos referenciais no desenvolvimento delas.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Conceitos de Didática Geral e sua importância

Em uma aula muito proveitosa, a professora Rosa Ramirez nos trouxe sua contribuição imprescindível sobre o planejamento de aula e sua importância.
Podemos observar o quanto se faz necessário o bom planejamento de atividades e aulas para que sempre se tenha um bom desenvolvimento do aprendizado de nossos alunos. Este planejamento, que deve ser flexível, se faz importante na medida em que estabelecemos objetivos a serem alcançados juntamente com nossos alunos, num determinado período, e isso é fundamental para realizarmos nossas intervenções, visto que nem sempre as crianças respondem de forma igual às nossas intenções.
Utilizando com competência essa que é uma grande ferramenta do nosso trabalho, poderemos realizar aulas que prendam mais a atenção dos alunos, sendo muito mais proveitosas e prazerosas não somente para as criançãs, mas também para nós mesmas.

Revendo Conceitos de Piaget

Na verdade, me expressei mal quando, em minha postagem anterior, falei que de acordo com Piaget, uma família bem estruturada influencia positivamente na educação de uma criança. Na verdade, Piaget nos fala sobre o meio social em que a criança se desenvolve, que em minha humilde opinião, inclui também a família, mas não especificamente.

domingo, 7 de outubro de 2007

ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO


1. Estágio Sensório Motor (0-2 anos)



  • comportamento motor;


  • não pensa conceitualmente;


  • desenvolvimento cognitivo (construção de esquemas);


  • inicia com movimentos reflexos;


  • noção de objeto permanente - 1ª representação mental dos objetos - precursor da linguagem ;


  • o corpo é o organizador e o elemento de expressão da linguagem.

2. Estágio Pré Operacional (2-7 anos)




  • Desenvolvimento da linguagem e formas de representação;


  • função simbólica ou semiótica - imitação diferida;


  • jogo simbólico ou jogo de imitação;


  • egocentrismo;


  • realismo nominal;


  • heteronomia.

3. Estágio das Operações Concretas (7-11 anos)




  • salto cognitivo e afetivo;


  • jogo de regras;


  • aprendizagem da escrita (formalização da linguagem);


  • autonomia;


  • aplica o pensamento lógico a problemas concretos.

4. Pensamento Formal (12 a + ou - 15 anos)




  • hipotético dedutivo;


  • projeto de vida.


Reflexão pessoal :


A família de meu marido é composta de uma matriarca com seus 8 filhos, todos casados em média com 2 filhos cada um, exceto a primeira que tem 7 , a próxima filha que tem 5 e um dos homens que tem 5 filhos e 3 enteados. Quase todos casados, com filhos também... Imaginem quando nos reunimos para algum evento familiar! Muitas pessoas, mas em especial, muitos adolescentes e muitas crianças, de todas as idades. O que vocês imaginam que faço quando essas reuniões acontecem? Observo. Tento disfarçar pra não ficar assim tão chato, pois todos sabem que estudo Pedagogia, mas mesmo com discrição, procuro observar o comportamento de todos, em especial das crianças menores com as quais no meu dia a dia não tenho muita convivência. Converso com as mães, pergunto sobre os hábitos e posso concluir que a teoria de Piaget se aplica com muito sucesso na prática, o que facilitará muito nosso trabalho mais adiante. Quando temos condições de verificar em que estágio do desenvolvimento nosso aluno ou aluna se encontra, poderemos diagnosticar muito mais facilmente dificuldades que eles possam vir a ter no processo de aprendizagem. Também concluo que o que Piaget nos fala da interferência do meio no desenvolvimento é muito relevante, famílias bem estruturadas, de modo geral, contribuem para a formação de um sujeito também mais equilibrado emocionalmente. Logicamente, quado se trata de seres humanos, nada é regra, sempre podem haver exceções, embora normalmente funcione desta forma.



CATEGORIAS DE PENSAMENTO SEGUNDO PIAGET:




  • objeto;


  • espaço;


  • tempo;


  • causalidade.

FATORES DO DESENVOLVIMENTO SEGUNDO PIAGET:




  • Heredietariedade - a maturação interna é importante, mas não suficiente para explicar o desenvolvimento da criança;


  • Experiência física ou ação sobre objetos - é fundamental, mas não se sustenta sozinha - a experiência do sujeito é fundamental, porém em vão sem a lógica;


  • Equilibração - jogo de regulações e compensações na busca para atingir a coerência.


  • Transmissão Social - fator educativo determinante, mas insuficiente.


Fatores do Desenvolvimento :




  • interferem nas variações, velocidade e duração do desenvolvimento infantil;


  • nenhum pode ser considerado ou pensado isoladamente;


  • são determinantes para o desenvolvimento humano e devem ser analisados em conjunto.

Essa última parte da teoria aqui exposta, sintetiza muito claramente meu comentário anterior, já que nada é determinante, tudo deve ser analisado em conjunto: desde a família, escola e meio social em que a criança se desenvolve.





SINTETIZANDO OS CONCEITOS DE PIAGET

Teoria do desenvolvimento Humano: É o que acontece com os seres humanos para que eles se desenvolvam - processos de aprendizagem.

Mudança Cognitiva - método clínico

Aprendizagem - falta - desejo de aprender - sujeito da aprendizagem

PIAGET -conceitos:

1. Adaptação e Organização

2. Estruturas ou Esquemas Mentais ou cognitivas

3. Processos Cognitivos - Assimilação, acomodação e equilibração.

Princípios básicos:

Atos biológicos - adaptação ao meio físico

Atos cognitivos - organização e adaptação ao meio

ORGANIZAÇÃO - ADAPTAÇÃO

INTERNO - EXTERNO

ESQUEMA:

  • Estruturas mentais ou cognitivas - indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio;
  • Estruturas - correlatos mentais - mecanismos biológicos de adaptação;
  • Natureza Reflexa - nascimento;
  • São construídos.

PROCESSOS COGNITIVOS:

  • ASSIMILAÇÃO - integra novo dado perceptual, motor ou conceitual nos esquemas já existentes. - MUDANÇA QUANTITATIVA
  • ACOMODAÇÃO - criação de novos esquemas, modificação de esquemas pré existentes. Mudança de estrutura cognitiva ou desenvolvimento. - MUDANÇA QUALITATIVA
  • EQUILIBRAÇÃO OU ADAPTAÇÃO INTELIGENTE - Regulador: permite que novas experiências sejam incorporadas. - BALANÇO.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Equilibração de conceitos de Piaget

Como uma atividade aparentemente tão despretenciosa pode nos fazer compreender tão bem a teoria de Piaget? Uma atividade basicamente simples, quase uma diversão! Construir objetos com sucata.
Nos reunimos em grupo: Karina, Simone, Vanessa, Taís, Rose, Ana Camila e eu. Olhamos os materiais, o que tínhamos de sucata, e pensamos no que poderia ser feito. Surgiu a idéia de um carro! O Kaká Movel. Sem percebermos estávamos assimilando as idéias da proposta e analisando como iríamos usar os materiais.
Num outro momento então começamos a construção do "protótipo do Kaká Móvel" muita discussão em torno do modelo, da cor, dos materiais usados... Enfim, estávamos acomodando nos nossos esquemas mentais o que seria o nosso super carro.
Carro pronto. Chegou a hora da equilibração. Definimos que tipo de carro seria e para onde nos levaria. Concluímos que o super carrinho, todo bonito e com nossas carinhas nas janelas (ah! seria uma Van, dessas bem modernas!) nos levaria às grandes baladas da nossa vida!
E essa é , com certeza, nossa maior festa. Descobrirmos os conceitos de aprendizagem de uma maneira tão divertida e gostosa. E como diz a Profe Clarice: nem dói!!!
Está sendo maravilhoso desvendar estes mistérios que envolvem a educação! Esta área do conhecimento tão apaixonante e especial! O mais legal de tudo isso é que está apenas começando... Ainda há um oceano de conhecimento para desbravar! E sem dúvida, haverá sempre.
Pesquisei um pouco hoje sobre meu tema e aqui está um artigo que fala muito bem sobre o assunto. Leiam! Com certeza é de grande utilidade para todas nós.

A importância do afeto na aprendizagem

Por orientação da Profe Rosa Ramirez, da disciplina de Didática, escolhi este tema como orientador do meu portfólio reflexivo. Por ser esta uma opinião minha, e também por ser tema de muitos teóricos especializados como Piaget, Wygotsky e tantos outros. Não pretendo usar textos destes autores somente, mas falar do mesmo tema também analisando a teoria de novos nomes atuantes na Pedagogia atual.
É, com certeza um caminho difícil... Com cautela e humildade, farei minhas reflexões sobre este tema e as suas variáveis, com o máximo possível de relação com a prática e com minhas vivências pessoais. Pretendo responder às expectativas (principalmente as minhas!) e se Deus quiser, ao final, ver que este início de caminhada valeu a pena.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Portfólio Reflexivo - O início de uma nova etapa

"Não se pode falar em educação sem amor"

Paulo Freire




Posso falar um pouquinho de mim?








Sou Cintia Fernandes Bumbel, estudante do segundo semestre de Pedagogia da Rede Metodista do Sul - IPA, uma aluna dedicada e completamente apaixonada pelo curso. Muitos planos e expectativas para o futuro, muita vontade de aprender e também compartilhar...




Pois estávamos (minhas colegas e eu) em sala de aula aguardando pela apresentação da disciplina de Linguagem e Conhecimento ministrada pela professora e mestre em educação Clarice Escott. Apresentada a disciplina, começou-se a falar a respeito da avaliação da mesma. Eis que foi feita a proposta de fazermos um Portfólio Reflexivo, para avaliarmos nosso processo de aprendizagem e que, com certeza, também serviria como um instrumento de auto-avaliação.




Primeiramente, o "pânico" se fez presente entre todas as estudantes... Perguntas do tipo: "o que é isso?" e "Como é feito?" tomaram conta dos diálogos da semana, as quais foram esclarecidas pela professora de forma clara, mas aceitas ainda com receio.




Após algumas definições de critérios de avaliações e conversas sobre o assunto, resolvi pesquisar um pouco mais e descobri muitos portfólios on line, além do site da profe Clarice, que é muito esclarecedor. Pensei, pensei... e optei por realizar o meu também dessa forma (on line) já que se torna prático (porque posso fazer novas postagens a qualquer momento) e também porque é ecologicamente correto: dispensa o uso de papel! (embora utilize energia, mas também não se pode ter tudo, não é?). Enfim, estou aqui: começando minhas reflexões, agora com uma visão mais abrangente do curso e das suas possibilidades, e com plena consciência de que tenho tudo ainda a aprender e sei que este trabalho me ajudará muito nesta caminhada! Boa sorte para todas nós que estamos iniciando este processo e que ao final dele, possamos nos conhecer melhor umas as outras (alunas e também professoras) e principalmente, conhecermos melhor a nós mesmas.

Como disse a frase de Paulo Freire no início da minha postagem, pretendo pensar e ralizar este novo trabalho com muito amor, bem como, pretendo levar essa filosofia para além da minha vida acadêmica, usando-a sempre em minha vida profissional. Somente com amor poderemos romper barreiras e vencer desafios, fazendo de nós mesmas e das pessoas que nos cercam, pessoas melhores a cada dia.